04 novembro 2006

Concerto em Alhandra IX ...

Mesmo em digressão, estar bem informado é fundamental, independentemente da via escolhida ser o jornal, a TV ou tão simplesmente o que a vizinha diz... . Eis algumas imagens que comprovam tal interesse:

Concerto em Alhandra VIII ...


O Sr. Presidente da Academia, Dr. Subtil e a Sra. D. Lúcia Vieira, confabulando com um Oureense, também ele coralista, que já foi do coro de Alhandra e de outros, e que nunca falta a estas lides Corais: o Sr. " Setenta ".

Concerto em Alhandra VII ...

Miminhos às " Caloiras ", D. Vitória e menina Susana.

Concerto em Alhandra VI ...


Reproduz-se ao lado, com a devida vénia, um curioso " escrito " que se encontrava afixado junto aos nossos camarins, e que ilustra, de forma muito espirituosa, a saudável " guerra " que os diversos naipes alimentam entre si.
( Dado que está com letra bastante pequena, sugere-se que façam, por exemplo, o download da imagem e depois ampliem a mesma para se ler melhor, ou simplesmente clicar em cima e depois expandir para tamanho normal ).

Concerto em Alhandra V ...


O presente par faz parte das pedras basilares em que o coro há já muitos anos está assente. Na imagem a Sra. D. Irene Marques, e o Sr. Zé Albino, a presentear-nos com o seu habitual e franco sorriso.

Concerto em Alhandra IV ...


O futuro do Coro passa decerto por aqui. Em destaque a ala mais jovem .
À frente do PC, encontra-se o estreante João Gonçalo, músico multifacetado, que muito poderá dar ao grupo com a sua ciência e o seu talento.

Concerto em Alhandra III ...


Ultrapassados que foram alguns problemas técnicos, que estavam a impedir a correcta " postagem " de fotografias, aqui estão mais alguns " instantâneos ", colhidos durante a digressão a Alhandra. No presente caso, o destaque vai todo para a nossa querida colega Filomena Subtil, brilhante Contralto, que nesse mesmo dia fazia Aniversário, e que mesmo assim nos acompanhou, e por conta de quem correram todas as despesas, depois de lhe termos cantado os " Parabéns a Você ". ;-)

20 outubro 2006

Concerto em Alandra II ...



É verdade que a Música é um excelente alimento para o espírito, mas o corpinho também tem os seus direitos. Nas fotos em anexo, junta-se a prova insofismável de tal facto.
Legenda: Gulosas, nós??

16 outubro 2006

CONCERTO EM ALHANDRA ...




Estivemos no passado Sábado, 14 de Outubro de 2006, em Alhandra, a convite da Sociedade Euterpe Alhandrense, onde participámos, em conjunto com o Coral David de Sousa da Figueira da Foz, num Concerto integrado no Ciclo de Música, que aquela Colectividade levou a efeito.

Oportunamente, serão feitos mais alguns comentários sobre esta deslocação, e ainda publicadas mais fotos, sobre este evento.

30 setembro 2006

Mais uma Estrela ...



O Objectivo de fortalecer e renovar o " Chorus Auris " tem tido algum sucesso. Assim, contamos desde ontem, com uma nova Estrela, que foi, desta feita, reforçar o Naipe dos Baixos. Referimo-nos ao jovem VASCO VILARINHO, a quem apresentamos aqui os Votos de Boas Vindas, com a esperança de que fique, por muitos e bons anos, ligado à famíla do Chorus Auris ".

13 setembro 2006

Conhecendo melhor Fernando Lopes Graça ...

Fernando Lopes Graça nasceu em Tomar a 17 de Dezembro de 1906, no ano em que, na Hungria, Béla Bartók e Kodaly publicam as famosas vinte canções populares, que tanto o influenciaram. Em Setembro viera ao mundo, em S. Petersburgo, outro fenómeno da música, o compositor russo, Dimitri Chostokovich.Por um acaso da sorte, o garoto, que ouvia frequentemente a Serenata Tomarense e A Banda do Regimento, disputas entre aristocratas e republicanos, também fugia de casa para no meio do povo e aí vibrar com as rivalidades entre as bandas de Gualdim Pais e a Nabantina. Foi neste ambiente que bem cedo se põe a matraquear um velho piano, mobília do hotel que seu pai tomou de trespasse. A enorme curiosidade pelos sons vem a transformar-se num verdadeiro desejo quando, num café da cidade, ouve um trecho de O Mar, de Debussy.Do alto da sua visão castrense, o tenente Aboim, hóspede habitual, entende que o miúdo tem habilidade e leva-o a ter lições de piano com a filha do seu general. Está descoberto um génio, considerado um dos mais notáveis compositores e musicólogos de toda a Península Ibérica.Aos 14 anos, já o encontramos como concertista no Teatro de Tomar e, claro, em vez de tocar larachas para burguês cantarolar, executa compositores russos e atreve-se a interpretar O Mar, que lhe fez descobrir a música, entusiasmando a plateia que o aplaude de pé.Já formado pelo Conservatório de Lisboa, estreia-se como compositor em 1927, com a obra Variações Sobre um Tema Popular Português. As raízes populares permanecerão na sua obra como uma fonte inesgotável que nunca abandonará.Depois de abandonar a Faculdade de Letras de Lisboa, em 1931, em protesto contra o regime, termina o Curso Superior de Composição e candidata-se a professor de piano e solfejo do Conservatório. Apesar de obter a melhor classificação, não toma posse porque se recusa a assinar a declaração Cabral, na qual os funcionários públicos afirmavam não pertencer a associações secretas, eufemismo para designar o Partido Comunista.Preso e desterrado para Alpiarça, é lá que escreve Revolução e Liberdade são Sinónimos, texto que marcará a sua vida de militante pela Democracia, assinando regularmente trabalhos na Revista Presença.Em 1932 dá aulas em Coimbra, na Academia de Música, até ser novamente preso em 1936. No ano seguinte, o regime priva-o de uma bolsa de estudos que tinha ganho, mas não consegue impedi-lo de ir, às suas custas, estudar Musicologia na Sorbonne, com o mestre Koechlin.Em 1939, à beira da 2ª Guerra Mundial, entra no corpo de voluntários dos Amigos da República Francesa e colabora com os exilados da guerra civil da vizinha Espanha.Em Outubro regressa a Portugal e desenvolve grande actividade como pianista, crítico de teatro e de música, na revista Seara Nova, e sobretudo como compositor e organizador de coros, escrevendo canções, criando harmonias para cantigas populares.Nos debates afirma sem medo: «A música é a minha única religião e eu visiono uma única religião do futuro, a única religião de uma humanidade livre, justa e sábia.»Em 1941 inicia uma nova etapa na sua vida ao ingressar como professor na Academia de Amadores de Música. Anos mais tarde dirá: «A Academia é o meu lar musical.» Faz da música uma alavanca cultural em busca da democracia e da liberdade. Cria a Sociedade de Concertos com o nome de «Sonata», e percorre o País a divulgar a linguagem musical do século XX, fazendo palestras e concertos que ficam como referência e lhe granjeiam alguns inimigos de estimação no interior do regime.Na Europa, Hitler é esmagado pelos Aliados, mas neste Portugal serôdio, Salazar eterniza-se no poder e o povo sofre as agruras de um destino «orgulhosamente só».Combatente determinadoMilitante do PCP, surge como uma voz destacada no MUD (Movimento de Unidade Democrática), constituído em 1945, ao lado de figuras como a de Bento de Jesus Caraça, o grande matemático e fundador da Universidade Popular, que se unem na mesma frente de batalha, na intervenção cultural que é também política.É a grande partida para a composição das famosas Canções Heróicas, música fantástica sobre poemas arrebatadores de autores como José Gomes Ferreira (Acordai), José Cochofel (Ronda), Carlos Oliveira (Não há Machado que Corte a Raiz ao Pensamento), Luísa Irene (Cantemos o novo dia), Joaquim Namorado (Combate), Antunes da Silva, (Vinde ver a Primavera), cantados pelo Coro da Academia, com Olga Prats ao piano. Canções de intervenção que exaltam a liberdade e motivam os que lutam contra a ditadura.A primeira edição, dirigida a grupos vocais e preparada para instrumentos populares, foi confiscada pela censura. Mas tal não impediu que as Canções Heróicas fossem cantadas clandestinamente ou nos países de exílio. Em 1948, Lopes Graça participa em Praga, capital da Checoslováquia, no Congresso dos Compositores e Musicólogos Progressistas. É convidado, no ano seguinte, para júri do Concurso Internacional Bela Bartok, em Budapeste, mas a PIDE proíbe-o de sair de Portugal. A partir de 1951 dirige a Gazeta Musical e reúne à sua volta os grandes vultos intelectuais do seu tempo.A mão de ferro do Estado dito «Novo» retira-lhe, em 1954, o diploma de ensino artístico, impossibilitando-o de leccionar mesmo em sua casa. Roubam-lhe descaradamente o pão e tentam privá-lo de meios de subsistência.É então que Manuel Rodrigues, das Edições Cosmos, o convida para um projecto que sempre ambicionou, o Dicionário da Música.Em 1961 conhece o célebre etnógrafo francês, natural da Córsega, Michel Giacometti. Os ideais são os mesmos, a empatia revela-se enorme. Inicia-se uma grande amizade que haveria de produzir uma das obras mais admiráveis da música em Portugal: O Cancioneiro Popular, com recolhas dos trechos e modas cantadas nas nossas aldeias. Em 1969, a ditadura tenta esmagar a Academia de Amadores de Música, instalada há 30 anos no n.º 18 da Rua Nova do Trindade. Lopes Graça e os amigos denunciam o «escândalo». Unidos em torno dos ideais democráticos, conseguem salvar a Academia e o regime sai derrotado.Um exemplo inspiradorFinalmente o País acorda, Lisboa inunda-se de fraternidade, as ruas e as praças enchem-se de alegria, os portugueses abraçam-se com emoção, a militância e a imaginação povoam o futuro.Depois do mais extraordinário 1.º de Maio da nossa História, no dia 25, no Coliseu, um coro de homens e mulheres, gente do povo e intelectuais, todos, a uma só voz, cantam bem alto o Acordai. Foi uma noite sublime de Canções Heróicas, pela primeira vez em liberdade, com a Academia de Amadores dirigida por Lopes Graça.Entre muitas honrarias, a que por natureza era avesso, recebe, em 1976, a Ordem da Amizade dos Povos do Soviete Supremo da URSS e, em 1980, o Grande Oficialato da Ordem de Santiago de Espada da Estado português.Em 1979 apresenta o majestoso Requiem, homenagem às vítimas do fascismo em Portugal. Até à sua morte, todos os anos produz novas obras, sonatas, bailados, canções com textos de Saramago e Pessoa e até música de câmara, sempre na descoberta de novos caminhos.Em 27 de Novembro de 1994, ao fundo da Avenida da República, na Parede, numa pequena vivenda com horta e jardim, a dois passos do mar, um homem feliz, alma de democrata, coração solidário, militante convicto, recebe os amigos durante o dia. Falece durante a noite, sozinho como sempre viveu.Fernando Lopes Graça, cujo centenário do nascimento comemoramos, ficará para sempre na nossa memória colectiva não só como um compositor e intelectual de excepção, mas também como um destacado lutador pela liberdade, um militante e activista dos direitos cívicos. O seu pujante exemplo de coragem e firmeza continuará a inspirar as novas gerações na incessante luta da humanidade pelos ideais de justiça, paz e solidariedade
( Com a devida vénia à edição nº 82/Maio 2006 do Jornal do Stal )

08 setembro 2006

CHUVA DE ESTRELAS ...


Desta feita, saudamos aqui, o que se pode chamar uma " Chuva de estrelas ".
Novas aquisições na reentrada dos ensaios:
Para o naipe dos Contraltos: Alice Neves.
Para o Naipe dos Baixos: João Gonçalo e o
" repetente " Tiago Alves.
Sejam todos benvindos à família do " Chorus Auris ", e como sempre dizemos: Venham Mais Cinco ... !

03 setembro 2006

A CANÇÃO POPULAR PORTUGUESA EM FERNANDO LOPES-GRAÇA ...


Na ocasião do centenário de Fernando Lopes-Graça, a Editorial Caminho veio disponibilizar ao público uma colectânea de textos seus sobre a música tradicional que se encontravam dispersos pelos vários volumes das suas Obras Literárias. A esta colectânea associou-se um CD Rom com texto, imagens e reproduções de várias peças tratadas no livro.
Pelo interesse que nos pareceu ter, aqui se reproduz, detalhadamente, aquilo que ali é abordado.

A CANÇÃO POPULAR PORTUGUESA EM FERNANDO LOPES-GRAÇA

A Canção Popular Portuguesa em Fernando Lopes-Graça
Alexandre Branco Weffort (org.)
Ao reunir os textos e fragmentos que Lopes-Graça dedicou à canção popular portuguesa, reagrupando-os, situando-os num processo de conceptualização ou teorização e analisando do mesmo passo a presença do elemento tradicional na obra musical do compositor, Alexandre Branco Weffort presta um valioso serviço aos especialistas, aos músicos e ao público em geral. Enriquecida com esse aparato crítico, A Canção Popular Portuguesa em Fernando Lopes-Graça, incluindo as numerosas transcrições de melodias tradicionais, preenche uma lacuna na documentação disponível para o estudo e a divulgação de uma área particularmente importante do património imaterial – a das práticas musicais – e não deixará de as influenciar. O corpus de documentos coligidos contribuirá ainda, enfim, para reabrir o debate em torno dos problemas abordados.
Mário Vieira de Carvalho (Prefácio)
Índice de conteúdos:
Prefácio (Mário Vieira de Carvalho)
I INTRODUÇÃO
II Textos de Fernando Lopes-Graça sobre o folclore e a música popular portuguesa
Conceituação
1. Sobre o conceito de popular na música (1947)
2. Valor estético e significação nacional da canção popular portuguesa (1949)
3. Folclore autêntico e contrafacção folclórica (1952)
4. O problema da canção popular portuguesa (1953)
5. Uma definição de música folclórica (1953) Problematização
6. É a música folclórica uma deformação da música culta? (1953)
7. Música e regionalismo (1956)
8. Notas para um possível ideário do folclorista musical português (1957)
9. Sobre o actual cultivo da canção folclórica portuguesa (1959)
10.Tradicionalismo e folclorismo quantitativo (1965) Caracterização
11. Algumas características da canção portuguesa (1953)
12.Esboço de classificação (1953)
13.Constantin Brailoiu e a música folclórica portuguesa (1959)
14.Algumas considerações sobre a música folclórica portuguesa (1963)
15.Garrett e o Romanceiro (1954)
16.Sobre as toadas dos romances populares portugueses (1964) Tratamento
17.Sobre a canção popular portuguesa e seu tratamento erudito (1942)
18.Sobre os arranjos corais das canções folclóricas portuguesas (1956)
19.Acerca da harmonização coral dos cantos tradicionais portugueses (1965) Regiões 20.Apontamento sobre a canção alentejana (1946)
21.Cantos do Alentejo (1965)
22.Acerca do canto alentejano (1968)
23.Apontamento sobre a canção popular da Beira Baixa (1947)
24.Uma experiência de prospecção folclórica (1953)
25.Cantos da Beira Alta, Beira Baixa e Beira Litoral (1970)
26.Cantos de Trás-os-Montes (1960)
27.Cantos do Algarve (1961)
28.Cantos do Minho (1963) Crítica
29.Folclore musical português (1937)
30.Sobre o Cancioneiro Minhoto, de Gonçalo Sampaio (1945)
31.Sobre o Cancioneiro de Cinfães, de Vergílio Pereira (1951)
32.Lembrando Francisco Serrano (1982)
III ANTOLOGIA
IV LETRAS
V ÍNDICES DA ANTOLOGIA
Índice por canção
Índice por região
Índice por fonte
Índice numérico
Bibliografia de Fernando Lopes-Graça

30 agosto 2006

VISITANTE 2000 ...

Talvez, por via das Férias, que a maior parte de nós tem vindo a gozar, passou despercebido aos administradores dest Blog, o assinalável momento do visitante 2000. Assim, solicita-se a quem tenha sido o felizardo, e possa comprová-lo, que contacte com os habituais " carolas ", para que possa ser entregue o prometido brinde surpresa.

28 agosto 2006

Temporada 2006/2007 - Inicío no dia 4 de Setembro

Certamente que a saudade e o anseio imperam e florescem, assustadoramente, no âmago de todos os coralistas, em virtude de se encontrarem temporariamente privados das suas sagazes capacidades de conjugação da arte dos sons e dos ritmos, as quais de forma sublime permitem transportar infindáveis ouvintes para inebriados estados físico­‑emocionais. Consequentemente, será tempo deste período de inusitado suplício, tortura e penitência (vulgarmente definido de férias), encontrar o seu fim.

Deste modo, os ensaios reiniciam-se no próximo dia 4 de Setembro (segunda-feira), às 21.30h (hora local?!!!!!).

Será curioso salientar que os nossos arqui-rivais (Coro Gulbenkian) decidiram reiniciar a temporada, precisamente, no mesmo dia. No entanto, não é expectável que o número de membros da comunicação social habitualmente presente na reentré musical do Chorus Auris sofra qualquer alteração.


“traz outro amigo(a) também” - Apela-se a cada coralista que traga um novo membro.

21 julho 2006

LANÇAMENTO DO CD APOLINIS ...


É Já hoje, o lançamento do CD Apolinis, conforme consta do convite da Direcção da AMBO, que ao lado se reproduz.
Contamos com a amável presença de todos aqueles que se interessam pelas coisas da Cultura, nomeadamente pela Musical.
Até logo !

18 julho 2006

Mais uma Estrela ...


Neste, quase Fim de Época, damos hoje as BOAS VINDAS, à Susana Neves, nova " Estrela " do grupo, que se junta ao naipe das sopranos. Que fiques por muitos e bons anos, assegurando a continuidade do Chorus Auris. Como diria o cantor: " Venham mais Cinco ! ".

06 julho 2006

A PREGUIÇA ...


Ilustração da imagem: " A Preguiça é a Mãe de Todos os Vícios ... ".
Mas afinal o que é isto? Ninguém comenta, ninguém publica novos posts...? Será por preguiça? Bem, o bichinho tem mais seguidores que o Scolari ...
Vamos lá a dinamizar o Blog, não podemos ficar mal na fotografia.
Próximo Objectivo: As 2000 visitas. Como habitualmente, será disponibilizado pelos administradores, ao visitante nº 2000, um simbólico brinde .

10 junho 2006

Eventos: O Casamento da Magda ...

















Abrilhantámos hoje, com a nossa música, a cerimónia de casamento da Magda e do André, a qual se revestiu, para nós, dum especial significado, porquanto se tratava de uma noiva ( acrescento, Linda ), que já foi coralista do Chorus Auris, como em emocionada intervenção recordou. É neta da D. Emília, que ainda canta no coro e do Sr. Frazão, que já foi Presidente da Direcção da Banda, e filha do Engº. Carlos Batista, mui digno Presidente da Assembleia Geral da AMBO. Todos eles possuem. portanto, fortes ligações à Colectividade, e particularmente ao coro.
Aos simpáticos noivos e familiares agradecemos o amável convite para a participação na festa e na cerímónia religiosa, e formulamos votos das maiores Felicidades para o jovem casal que hoje enceta uma nova e importante etapa das suas vidas.

04 junho 2006

8ª Semana Coral de Lagoa - As imagens inéditas...


















Enquanto RM ensaiava um " solo " de gaita de beiços, ( ou seria de sandwich ? suite nº 2 para queijo e fiambre, (C)Ópus 1 d' Iogurte) aquele que já é o nosso " mascote " honorário, Tomás, regalava-se com uma bela banhoca, atentamente vigiado pelas " donzelas " do coro, que, nos cadeirões, tostavam a cútis. Já D. Lelita, dava um ar da sua imensa, e já Internacional graça, naquilo que bem poderia chamar-se " Ponha aqui o seu pézinho ... " . Momentos de relax e boa disposição, que já deixam saudade...

25 maio 2006

8ª Semana Coral de Lagoa VII ...






Os quatro grupos que participaram no Concerto de Encerramento da 8ª Semana Coral de Lagoa: Coro Ideias do Levante; Moçoilas; Chorus Auris e Coro da Soc. Filarmónica Silvense.

8ª Semana Coral de Lagoa VI ...

Seguindo a máxima de " Mente sã em Corpo são ", alguns dos Coralistas dedicaram-se à prática do desporto Rei, ainda que num relvado de reduzidas dimensões, como a foto à direita ilustra. Em face do esforço efectuado, a nossa querida colega Teresa, não resistiu ao cansaço, e entrou em profunda meditação sobre o resultado do jogo, logo no início da viagem de regresso, ensaiando a peça " O Sono dos Justos ". ( imagem à esquerda )

8ª Semana Coral de Lagoa V ...


O Senhor Maestro Adjunto, no exercício das suas funções, aquando do Concerto no Resort " Boca do Rio ". Cantava-se então " Ho Happy Day " . Atente-se na extrema atenção com que o estreante, em concertos, Mário Jorge, está relativamente à partitura. Assim não admira que já domine quase todo o reportório .... Sê bem vindo ao naipe, jovem projecto de Tenor.

24 maio 2006

8ª Semana Coral de Lagoa IV...















Para além das excelentes instalações onde ficámos alojados, também, no que concerne ao local do Concerto de Encerramento, ( Auditório Municipal de Lagoa ), só temos bem a dizer. Pelas imagens pode ter-se uma ideia do magnífico anfiteatro, e também dos camarins, ultra-completos, com luxos a que não estávamos, sinceramente, habituados. Pode ser que desta classe cheguem ecos a Ourém, dando ideias novas, para valorizar os espaços de espectáculos que temos.

8ª Semana Coral de Lagoa III...


Na foto, O Dr. Paiva, nosso Director, estreante, nestas andanças de acompanhar o Coro, quando procedia à troca de " galahardetes " com o dinâmico e simpático Presidente da Ass. Ideias do Levante, Roberto Estorninho.
Apesar de não ter providenciado o Salame de Chocolate,
" miminho " a que algumas meninas gulosas do Coro estavam habituadas, com a sua antecessora Estela, esteve muito bem, e claramente à altura dos acontecimentos. Quanto ao salame, decerto irá redimir-se em próximos eventos.

23 maio 2006

8ª Semana Coral de Lagoa II ...




Chorus Auris em Concerto, no Resort " Boca do Rio " em Mexilhoeira da Carregação - Lagoa. Aqui o ambiente já era bastante aceitável, e bastante próximo do nível a que estamos habituados.( rsrsrsr ). Pena foi que o número de espectadores não fosse dos mais significativos. Fizemos, todavia o nosso melhor, e fomos até apresentados em várias línguas... algumas delas desconhecidas até então. ( ehehehe . Mas, como diriam as " Moçoilas ": Qu'é que tens a ver com isso ? )

A DURA VIDA DOS ARTISTAS ...









Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, a vida dos artistas é duríssima.
Temos por vezes que sujeitar-nos a deficientes condições de alojamento, e à quase completa ausência de estruturas de apoio.
Para ilustrar o pensamento aqui expresso, deixo aqui as imagens das modestas instalações com que tivemos que nos contentar na deslocação do último fim de semana a Lagoa... ehehehe ( se fosse melhor estragava ).

22 maio 2006

MOÇOILAS ...


Estas foram as " Moçoilas " que cantaram e nos encantaram.
Fiquemos, pois, a saber mais um pouco sobre tão simpático e interessante grupo:


Moçoilas

Partiram da recuperação de músicas tradicionais do Algarve, sobretudo da Serra do Caldeirão com algumas incursões ao Alentejo e à raia de Espanha. O seu repertório integra, na maior parte, cantigas populares tradicionais da região, férteis no praguejar algarvio e nas saudáveis malandrices que dão o picante às histórias simples dos amores e às criticas sociais.
Hoje, as “Moçoilas” conquistaram um espaço na música tradicional portuguesa, prosseguindo com as actuações por todo o País e estrangeiro, continuam dedicadas a um trabalho constante de pesquisa para enriquecimento do seu repertório que alargaram com outros temas actuais .
Surgiram quando foi necessário uma apresentação da Serra do Caldeirão, nas suas expressões Algarvia e Alentejana, na Festa do Desenvolvimento Local – Manifesta 1994 em Santarém. Os cantares da Serra eram muitos, os improvisos e acontecimentos espontâneos também, mas...não havia nenhum grupo organizado que pudesse apresentar ao público com toda a essência e alegria próprias deste sul interior do país. Surgiram naturalmente de uma grande vontade de cantar e de partilhar esse gosto umas com as outras.
Recolhas na Serra do Caldeirão, primeiro por uns amigos depois por elas próprias, logo se aperceberam que os cantares que os mais velhos sabiam, faziam parte de um conjunto de temas que viajam de boca (e alma) das pessoas de Norte a Sul de Portugal.
Fazem-se acompanhar de algumas percursões que partem do espontâneo, do improviso, dos objectos do quotidiano...

Participação na 8ª Semana Coral de Lagoa ...



Este é o Coral IDEIAS DO LEVANTE, que foi nosso anfitrião, na deslocação do passado fim de semana a Lagoa, no Algarve, onde participámos na 8ª Semana Coral de Lagoa, por estes organizada.
No Sábado, 20 de Maio, demos um Concerto no Resort Boca do Rio, e ontem, 21, participámos no Concerto de Encerramento, que teve lugar no Auditório Municipal de Lagoa, com a participação do CORO DA SOC. FILARMÓNICA SILVENSE, com o Grupo MOÇOILAS ( que revelação ) e com o próprio coro organizador, o CORAL IDEIAS DO LEVANTE (Lagoa).
Em breve voltaremos a este assunto, à medida que formos dispondo de mais fotos sobre a deslocação.
ÚLTIMA HORA: Já é Oficial, e está em condições de ser publicado: Estivemos, uma vez mais, entre os 3 melhores coros presentes, e fomos eleitos o melhor coro participante. ( de Ourém, entenda-se ) .

14 maio 2006

Memórias XXIV ...


25 de Agosto de 1998. Concerto na Sé Colegiada em Ourém. Estavam cá nesta altura os nossos amigos franceses do Coro La Pastourelle de Hinges/Bethune.
São notórias algumas diferenças de então para agora. O fardamento era o antigo. Os cabelinhos menos brancos... ( e ainda só passaram 8 anos) . Algumas caras que vemos nos sopranos já não cantam actualmente no coro. A nível dos tenores, só o Luís não continuou.
Já então se via a força do PC, ao tempo ainda um jovem inberbe.

07 maio 2006

VIII Semana Coral de Lagoa

Nos dias 20 e 21 do corrente estaremos presentes no certame em epígrafe e parece-me útil e conveniente que os coralistas possam recolher alguma informação sobre o que os espera. Para isso nada melhor que consultar o site do coro Ideias do Levante, que será o nosso anfitrião, e, melhor ainda, o site destinada à divulgação da semana de música coral. Para aceder aos referidos sites clique nas respectivas ligações.

8ª Semana de Música Coral
Ideias do Levante - Associação Cultural de Lagoa

FERNANDO LOPES GRAÇA - Centenário do seu nascimento ...

No ano em que se comemora o Centenário do seu nascimento, saibamos um pouco mais, sobre este músico/compositor " maior " de tantas e tantas peças para coro, que nos deu o privilégio de ser nosso amigo, e ter dirigido, algumas vezes o "Chorus Auris".

FERNANDO LOPES-GRAÇA
(músico/compositor, 1906-1994)
QUANDO TUDO ACONTECEU

1906: Nasce a 17 de Dezembro em Tomar, onde inicia os estudos de piano. -1924: Ingressa no Conservatório Nacional de Lisboa. - 1927: É aluno da Classe de Virtuosidade de Viana da Mota. - 1931: Termina o Curso Superior de Composição. É preso e desterrado para Alpiarça. - 1934: Ganha uma bolsa para estudar em França, que lhe é recusada por motivos políticos. -1937: Parte para Paris. Estuda com Koechlin Composição e Orquestração. -1938: A Maison de la Culture de Paris encomenda-lhe uma obra: «La fiévre du temps» (ballet-revue). Harmonizações de canções populares portuguesas. -1940: Ganha o prémio de Composição do Círculo de Cultura Musical com o 1º Concerto para Piano e Orquestra. - 1941: Tomás Borba convida-o para professor na Academia de Amadores de Música. - 1942: Obtém o prémio do Círculo de Cultura Musical com a «História Trágico-Marítima» (poema de Miguel Torga). - 1944: Ganha pela 3ª vez o Prémio de Composição do CCM com a «Sinfonia». - 1945: Faz parte da Comissão Distrital do MUD. - 1949: Faz parte do júri do Concurso Internacional Béla Bartók em Budapeste. - 1952: Novo prémio de composição do Círculo de Cultura Musical com a 3ª Sonata para Piano. - 1961: Edita com Michel Giacometti o 1º volume da Antologia de Música Regional Portuguesa. Início do In Memoriam Béla Bartók (8 suites progressivas para piano) que completa em 1975. - 1969: Rostropovich interpreta o Concerto de Câmara para violoncelo encomendado a Lopes-Graça. - 1973: Início da publicação das «Obras Literárias» (Editora Cosmos) em 18 volumes. - 1974: Assume a presidência da Comissão para a Reforma do Ensino Musical criada pelo Governo Provisório da Revolução de Abril. - 1979: Compõe para grande orquestra, solistas e coro o «Requiem pelas vítimas do fascismo em Portugal». - 1981: Convite do governo húngaro para as Comemorações do Centenário do nascimento de Béla Bartók. - 1993: Audição integral das sonatas e sonatinas para piano (Matosinhos). Homenagem no seu 87º aniversário. - 1994: Morre na noite de 27 Novembro na sua casa na Av. da República, na Parede, junto a Cascais.

VITORINO ...


Este "Ícone" da música popular portuguesa, e não só, de quem o nosso coro canta " Queda do Império ", esteve ontem à tarde no espaço da Livraria Som da Tinta, onde, em conjunto com Manuel Freire, e José Jorge Letria, fizeram o lançamento do seu CD/Livro " Abril, Abrilzinho".Na mesma ocasião, o nosso conterrâneo e amigo, José Sousa Dias, promoveu o seu livro de poemas " Do Templo ao Mar Sem Fim ", com ilustrações de Gabriel Lagarto e colaboração de Paulo Lucas.
A animação musical esteve a cargo do José António, ( maestro da Orq. Típica ) e do Sérgio Teixeira. Estes mereceram, por parte de Manuel Freire, uma citação especial, face à cuidada escolha do reportório apresentado, e sobretudo à sua excelente qualidade como músicos.

03 maio 2006

Chorus Auris em CD...




Especialmente para os visitantes que pouco sabem acerca do nosso Coro talvez valha a pena referir que já existem registos fonográficos do nosso trabalho. O primeiro deles data de 1997 e é parte integrante de um CD «Os melhores Coros Amadores da Região», tendo o coro interpretado três peças: "O menino nas palhas"(F.L.Graça), "Mary had a baby"(R.Scandrett) [em audição no blog] e «O memoriale» (P.L.Palestrina).
Em 2004 o Coro gravou o seu 1º CD "a solo" intitulado «Um gesto, um momento» [duas peças em audição no blog]. Sábado passado foi efectuada a gravação de algumas peças que integrarão um CD que reune todas as secções que compõem a Academia de Música Banda de Ourém (AMBO) e que estará brevemente disponível para quem pretender adquiri-lo. Se estiver interessado(a) no CD «Um gesto, um momento» poderá dirigir-se à sede da AMBO ou contactar pelo telefone 249544510.

01 maio 2006

Cantigas do Maio ...

Maio Maduro Maio


Maio maduro Maio
Quem te pintou
Quem te quebrou o encanto
Nunca te amou
Raiava o Sol já no Sul
E uma falua vinha Lá de Istambul
Sempre depois da sesta
Chamando as flores
Era o dia da festa
Maio de amores
Era o dia de cantar
E uma falua andava
Ao longe a varar
Maio com meu amigo
Quem dera já
Sempre no mês do trigo
Se cantará
Qu' importa a fúria do mar
Que a voz não te esmoreça
Vamos lutar
Numa rua comprida El-rei pastor
Vende o soro da vida
Que mata a dor
Anda ver, Maio nasceu
Que a voz no te esmoreça
A turba rompeu